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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
LABORATÓRIO VIVO: SIMULAÇÃO REALÍSTICA NA ATENÇÃO À SAÚDE DA CRIANÇA HOSPITALIZADA
Relatoria:
Iana Sâmella Alcântara de Lima
Autores:
  • Eliane Rolim de Holanda
  • Erika Acioli Gomes Pimenta
  • Fábia Barbosa de Andrade
  • Gabryela Dutra Medeiros de Vasconcelos
  • Kenya de Lima Silva
Modalidade:
Comunicação coordenada
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
Introdução: A simulação realística em saúde tem sido uma estratégia explorada nos laboratórios de ensino para proporcionar competências, habilidades e raciocínio clínico essenciais ao cuidado, oportunizando aos alunos a aprendizagem de forma ativa e interativa. Objetivo: Relatar a experiência de monitores com o uso da simulação realística voltada ao contexto da atenção à saúde da criança hospitalizada. Método: Estudo descritivo, do tipo relato de experiência, acerca das vivências acadêmicas de monitoras na disciplina Enfermagem na Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente II no auxílio em práticas de simulação realística de baixa fidelidade vivenciadas de novembro de 2023 a maio de 2024, no Laboratório de Enfermagem em Saúde da Mulher e da Criança. Resultados/discussão: Foram elaboradas cinco estações que envolviam o exame físico pediátrico, administração de medicamentos em pediatria, aspiração de traqueostomia, cuidados com gastrostomia, sondagem gástrica e cateterismo vesical, temáticas recorrentes durante as aulas práticas na clínica pediátrica. Seguiu-se as seguintes etapas: criação dos casos clínicos e dos cenários com manequins e equipamentos; pré-simulação, fase em que os discentes receberam os procedimentos operacionais padrão (POPs) de cada temática; briefing realizado imediatamente antes da simulação proposta correspondia aos esclarecimentos pertinentes aos cenários, papéis de cada participante e objetivos de aprendizagem; desenvolvimento do cenário simulado pelo estudante e, por último, o debriefing que foi o aprendizado gerado pela reflexão dos alunos pós-simulação. As simulações proporcionaram cenários controlados para os alunos praticarem habilidades clínicas pediátricas, principalmente em procedimentos invasivos e dolorosos aprimorando a qualidade e segurança da assistência em saúde. Considerações finais: A simulação realística se mostrou como importante ferramenta no processo de ensino e aprendizagem, pois proporcionou contato prévio com situações semelhantes ao contexto da assistência, desenvolvimento de competências clínicas, habilidades técnica-científica e capacidade de tomada de decisão. Os alunos puderam se aproximar da vivência hospitalar sendo protagonistas do cuidado e, com isso, adentram na assistência com mais autoconfiança. Desta forma, o aprendizado mediado por atividades simuladas contribuiu para a formação profissional em Enfermagem.