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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
RELAÇÃO DE FRAGILIDADE NO IDOSO DESCOMPENSADO À DIABETES MELLITUS
Relatoria:
Joana Ladislau Brandão
Autores:
  • HENRIQUE BRAGA DE FREITAS
  • Victoria Curi Tonon
  • Briena Padilha Andrade Balmatre
  • Maria Cristina Umpierrez Vieira
  • Iria Barbara de Oliveira
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: Segundo o relatório da Organização das Nações Unidas, o percentual da população global com mais de 65 anos deverá chegar a 16% até 2050. Os mais afetados serão os países menos desenvolvidos, com um aumento substancial na população idosa. No Brasil, há um crescimento de 4% ao ano, podendo chegar a 41,5 milhões de idosos até 2030. A estratificação do risco clínico funcional é fundamental para uma gestão inovadora da atenção dessa população, permitindo a identificação precoce de problemas de saúde. Objetivo: Rastreamento e estratificação da fragilidade em idosos. Metodologia: Estudo quantitativo de desenho transversal. A população foi constituída por 42 pessoas, selecionadas considerando os seguintes critérios: (a) abandono do tratamento há 12 meses ou mais; (b) muito alto risco e alto risco cardiovascular  e (c) faixa etária maior a 60 anos. O local de estudo foi uma UBS situada em um bairro periférico. Resultados: Foram identificados como robustos 7,3% dos participantes, os quais obtiveram um escore no IVCF20 de 0 a 6 pontos; os idoso potencialmente frágeis pontuaram de 7 a 14 pontos e representaram 38,0% da amostra. Foram classificados como frágeis os que alcançaram 15 ou mais pontos, compuseram 54,7% da amostra. Conclusão: Os dados mostraram que a fragilidade precisa ser compreendida não apenas como um evento individual, decorrente de declínio biológico, mas como um fenômeno multicausal, decorrente também da falta de acesso a recursos econômicos que permitam envelhecer com qualidade de vida.