
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
ÉTICA PROFISSIONAL NA ASSISTÊNCIA À PACIENTES COM TEA
Relatoria:
Mayara Lima Cavalcante
Autores:
- Thaylla Brenda Bartolomeu
- Dayana Sales Rodrigues
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 2: Ética, política e o poder econômico do cuidado
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) se caracteriza como uma alteração no neurodesenvolvimento, que envolve o comprometimento da interação social, comunicação e comportamento. A assistência de Enfermagem à pessoa autista é fundamental na integralidade do cuidado, dessa forma, deve atuar com uma postura ética, humanizada, empática e possuir um olhar cuidadoso, desprovido de preconceitos, com predominância na escuta qualificada e na prestação de assistência individualizada. Objetivo: Evidenciar a importância da atuação da enfermagem de forma ética e humanizada frente a pacientes com Transtorno do Espectro Autista- TEA. Método: Trata-se de uma revisão narrativa da literatura realizada nas principais bases de dados Scielo, Google Acadêmico, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), por intermédio do uso dos descritores em ciências da saúde (DeCS): Autismo, enfermagem e ética. Sendo usado como critérios de busca, artigos publicados entre 2020 a 2023, disponíveis na íntegra. Resultados: A ética no cuidado de pessoas autistas deve ser pautada em vários princípios importantes, fundamental para um atendimento baseado no cuidado e moral, onde envolve o respeito, confidencialidade, equidade, sensibilização, empatia e paciência. Desse modo, minimiza o desconforto e prioriza o bem estar nos ambientes de serviço de saúde, assim como, respeitar os limites do paciente de forma individualizada. Contudo, a ética profissional na enfermagem não se limita apenas no cumprimento de normas e regulamentos, mas em um compromisso profundo com o respeito e dignidade do paciente, o que garante a promoção do bem-estar integral e um ambiente de cuidado seguro e inclusivo além de fortalecer a relação de confiança entre profissional e paciente. Conclusão: Diante do exposto, fica evidente que o papel do enfermeiro não deve se restringir as técnicas e procedimentos, mas também desenvolver habilidades e conhecimentos a fim de conhecer e identificar o transtorno e suas causas, para agir de forma ética e competente. Observa-se um despreparo da assistência de enfermagem, portanto, acredita-se que reforçar a capacitação da equipe torna a qualidade da assistência e comunicação eficaz. Portanto é de suma importância e indiscutível a ética do profissional de enfermagem frente ao paciente autista e a abordagem sobre o tema, devido à credibilidade em que ele vem tomando nos dias atuais.