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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA: REVISÃO NARRATIVA
Relatoria:
RAMYLA VITORIA DA SILVA CONCEIÇÃO
Autores:
  • ÉRICA MAGALÍ COELHO DE QUEIROZ
  • FLORIACY STABNOW SANTOS
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
INTRODUÇÃO: A atuação do enfermeiro no combate e na prevenção à violência obstétrica é muito importante, pois assegura um ambiente hospitalar acolhedor e seguro para todas as parturientes. Esse tipo de violência é apontado como um sério problema de saúde pública, pois tal conduta viola os direitos das mulheres, podendo transformar o ciclo gravídico-puerperal em uma experiência desagradável. Logo, ressalta-se que o enfermeiro deve não apenas prevenir e combater esses abusos, mas também, promover uma assistência humanizada e respeitosa, garantindo o bem-estar da mulher ao longo de todo o processo. OBJETIVO: Examinar a atuação do profissional de enfermagem na detecção precoce e na mitigação da violência obstétrica ao longo do processo de assistência ao parto. MÉTODO: Trata-se de uma revisão narrativa de literatura, de caráter qualitativo e descritivo. Realizou-se a busca por artigos disponíveis gratuitamente em português, espanhol e inglês publicados entre 2019 e 2024. Foram consultadas as seguintes plataformas de dados: BDENF, LILACS e SciELO, para identificar os estudos relevantes, usando os Descritores em Ciências da Saúde - DeCS, onde foi utilizado o operador booleano “AND” e as palavras-chaves: enfermagem obstétrica, enfermeiros, violência obstétrica. Assim, inicialmente foram encontrados 17 artigos, contudo, após a leitura permaneceram apenas os que atendiam aos critérios para inclusão e exclusão, totalizando 8 artigos. RESULTADOS: Os achados destacam que a atuação do enfermeiro na detecção precoce e na mitigação de violência obstétrica são essenciais para a prevenção de complicações pós-parto, a redução de risco no processo parturitivo e a promoção de um cuidado humanizado e de qualidade. Além disso, possibilitar a defesa das parturientes, logo, a promoção de práticas humanizadas é uma estratégia chave para combater e prevenir a violência obstétrica, juntamente com a escuta ativa, e o acolhimento, pois contribuem para uma assistência mais qualificada e centrada na mulher. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Diante do exposto, ressalta-se a necessidade de investir em capacitações profissionais, em conscientização e em sensibilizações acerca da importância da integralidade do cuidado humanizado no parto. Em virtude disso, a mitigação de riscos no processo do parto e a detecção precoce de situações de violência obstétrica são fatores essenciais para garantir o bem-estar e a proteção das gestantes e recém-nascidos.