
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
PREVENÇÃO DE LESÃO POR PRESSÃO EM PACIENTES SOB OS CUIDADOS PALIATIVOS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA
Relatoria:
Bárbara Laysa dos Santos Silva
Autores:
- Adonias Ferreira de Vasconcelos
- Ewellyn Rayanne da Silva
- Maria da Conceição Cavalcanti de Lira
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
INTRODUÇÃO: A Lesão Por Pressão (LPP) é uma lesão que resulta da pressão e/ou atrito prolongado nas regiões de proeminências ósseas na pele. Pacientes sob os cuidados paliativos podem ser mais propensos a desenvolver lesões cutâneas, uma vez que apresentam doenças graves e progressivas. Com isso, a enfermagem tem um papel de extrema importância na assistência e prevenção de LPP, tendo em vista evitar a dor e o sofrimento do paciente. OBJETIVO: Identificar, por meio de uma busca na literatura, o papel da enfermagem para uma assistência aos pacientes em cuidados paliativos, atuando na prevenção de lesão por pressão. METODOLOGIA: A pesquisa em questão trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada em junho de 2024. Para elaboração da pergunta norteadora foi utilizada a estratégia PICO, resultando no seguinte questionamento: “Qual o papel da enfermagem na prevenção de LPP em pacientes sob os cuidados paliativos?”. A busca dos dados foi executada nas bases de dados eletrônicas PubMed, Scientific Eletronic Library Online (SCIELO) e Biblioteca Virtual em Saúde, nas quais foi aplicado a associação de Descritores (DeCS): “Assistência da Enfermagem”, “Úlcera por pressão” e “Cuidados Paliativos” intercalados pelo operador booleanos “AND”. Quantos aos critérios de inclusão foi utilizado os filtros texto completo e temporalidade de 10 anos, sendo excluídos 4 artigos. RESULTADOS E DISCUSSÕES: Dos 14 artigos selecionados, 5 (cinco) eram da PubMed, 9 (nove) artigos da BVS e na SCIELO não foi encontrado, ficando a amostra final de 3 (três) artigos. Os artigos registraram que os enfermeiros devem atuar prevenindo essas lesões cutâneas, por meio da mudança de decúbito a cada duas horas, estimular a ingesta hídrica de no mínimo 2 litros/dia, como também observar precocemente o aparecimento de sinais flogísticos em áreas de proeminências ósseas em contato direto com o colchão por um longo período de tempo, bem como os dispositivos. Dessa forma, a assistência será efetiva, ofertando uma melhor qualidade de vida ao paciente paliativo. CONCLUSÃO: Portanto, é imprescindível que a equipe de enfermagem esteja atenta a prevenção de lesões, geralmente inerente ao processo fisiológico, especialmente quando o indivíduo se encontra sob os cuidados paliativos. Assim, o melhor tratamento possível deve ser instituído, tendo em vista evitar a dor e o sofrimento do paciente, como também às pessoas em seu entorno.