
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE (META 1) COMO FOCO DE TRABALHO DA EQUIPE DE UM HOSPITAL TERCIÁRIO
Relatoria:
Gabriela Gomes da Silva
Autores:
- Ângela Roberta Lessa de Andrade
- Bianca de Melo Silva Gonçalves dos Santos
- Danúbia Islândia Oliveira Silva
- Viviane Fragoso de Souza
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
Introdução: No universo hospitalar, onde cada detalhe pode definir o curso da jornada do paciente, a Meta 1, brilha como um farol, orientando os profissionais de saúde na vital tarefa de identificar corretamente cada indivíduo sob seus cuidados. No Hospital Pelópidas Silveira (HPS), essa busca pela excelência na identificação do paciente é incansável e é impulsionada pela dedicada equipe da Educação Permanente. Neste estudo, exploramos o impacto desses esforços na efetivação da meta 1, destacando a importância dos treinamentos presenciais e virtuais, bem como as estratégias adotadas para alcançar esse objetivo. A equipe de Educação Permanente do HPS, junto à gerência de risco, assim como toda média e alta gestão da unidade, utilizou métodos presenciais no Laboratório Multiprofissional de Simulação (LASIM), treinamentos intrasetoriais e também virtualmente. Este estudo visa destacar a relevância desses treinamentos e avaliar sua eficácia na promoção da identificação segura do paciente. Metodologia: Adotou-se uma abordagem abrangente, envolvendo treinamentos presenciais e virtuais focados na Meta 1 de segurança do paciente, com destaque para a utilização do LASIM como ambiente de simulação. Foram aplicados pré e pós-testes, juntamente com avaliações de reação de treinamento, para avaliar o impacto dos treinamentos na compreensão e adesão dos profissionais aos protocolos de identificação segura do paciente. Discussão/Resultados: Os resultados revelaram uma melhora expressiva na compreensão e adesão dos profissionais aos protocolos de identificação segura do paciente após os treinamentos. Embora a efetividade inicial tenha alcançado 80%, uma segunda avaliação indicou uma taxa ligeiramente menor, em torno de 64%. A partir disso é foi possível identificar áreas específicas com necessidade de atenção especial. Grupos como assistentes administrativos e maqueiros apresentaram uma taxa de adesão inferior, evidenciando a importância dos treinamentos direcionados a esses segmentos. Conclusão: Os treinamentos conduzidos pela equipe de Educação Permanente do HPS são eficazes na promoção da identificação segura do paciente, contribuindo para uma cultura hospitalar de segurança consolidada. A análise minuciosa dos resultados por seguimento direcionou intervenções específicas para áreas de maior necessidade, com o intuito de aprimorar continuamente os processos de identificação do paciente e, por conseguinte, garantir uma assistência cada vez mais segura e de qualidade.