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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
EPIDEMIOLOGIA DOS PACIENTES RESIDENTES EM FORTALEZA-CEARÁ, ADMITIDOS EM TERAPIA INTENSIVA
Relatoria:
Angela Roberta do Nascimento Silva
Autores:
  • LUCIENE MIRANDA DE ANDRADE
  • FRANCY MARY MIRANDA DE ANDRADE
  • DANIELE CRISTINA ANDRADE E SILVA MAIA
  • MARIA EDUARDA DA SILVA SOUZA
  • ISABEL CRISTINA VERAS AGUIAR
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: O direcionamento da assistência aos pacientes em situações críticas com riscos na sua estabilidade, sempre foi uma preocupação por parte dos profissionais de saúde, dentre estes, temos o enfermeiro, com sua assistência voltada para o cuidar de forma holística.Objetivo: Identificar o perfil epidemiológico dos pacientes residentes na cidade de Fortaleza – Ceará, admitidos em unidade de terapia intensiva. Metodologia: Estudo epidemiológico, retrospectivo, desenvolvido em hospital da rede municipal de saúde, referência no atendimento às emergências. A população foi constituída pelos pacientes admitidos na UTI no ano de 2019, tendo como amostra 239 pacientes. Os dados foram coletados a partir do livro de registros do Núcleo Hospitalar de Epidemiologia (NUHEPI), após aprovação do estudo pelo Comitê de Ética em Pesquisas da instituição. Resultados: A maioria dos pacientes pertence ao sexo masculino (177 - 74,1%), nas faixas etárias de 40 a 59 anos (73 - 30,5%) e 20 a 39 anos (63 - 26,4%) e de cor parda (230 - 96,2%). O motivo de internamento hospitalar foi por queda (46 - 19,2%), no domingo (38 -15,9%) e foi admitido entre 18 às 24h (93 - 38,9%). As vítimas sofreram trauma craniano (76 - 31,8%) e politraumatismo (72 - 30,1%). Dentre os motivos de indicação de UTI destacam-se os trauma cranianos graves (99 - 41,4%) e insuficiência respiratória (91 - 38,1%), permaneceram na UTI de oito a 15 dias (59 - 24,7%), e saíram de alta por transferência interna (165 - 69%). Necessitaram estar hospitalizados por mais de 30 dias (119 - 49,8%) e saíram por alta melhorada (129 - 54%), ou seja, em processo de recuperação. Conclusões: Os resultados apontaram uma população jovem, vítima de ocorrências, por vezes preveníveis através medidas de promoção da saúde, dentre as quais destaca-se a educação em saúde. Deste modo observamos a importância da participação efetiva de profissionais da saúde neste processo, desde a atenção básica até a terciária, contribuindo também com a recuperação e reabilitação dos indivíduos às suas atividades de vida diárias que foram afetadas.