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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO OBSTÉTRICO: O USO DO INSTRUMENTO NO SERVIÇO DE SAÚDE
Relatoria:
Rafaela Beatriz Nóbrega Mota Eulálio
Autores:
  • Daniele da Silva Oliveira Sales
  • Thalita Pires Ribeiro
  • Wendell Richelle de Oliveira Medeiros
  • Wiliames Andrade da Cunha
  • Giovanna Rosario Soanno Marchiori
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
Introdução: A saúde materno-infantil é uma preocupação global presente na agenda de desenvolvimento sustentável da ONU. O acolhimento e a classificação de risco permitem decisões embasadas pela escuta ativa das queixas das gestantes, associada à avaliação clínica em protocolos baseados em evidências. Objetivos: Relatar a importância do uso da classificação de risco obstétrico no acolhimento de uma maternidade, mediante a percepção dos acadêmicos estagiários junto aos enfermeiros no atendimento à gestante. Metodologia: Trata-se de um relato de experiência descritivo, exploratório e qualitativo, quanto à implementação de um cartaz informativo de classificação de risco no setor de acolhimento de maternidade em Boa Vista-RR. A proposta baseia-se no Manual de Acolhimento e Classificação de Risco em Obstetrícia (2017). Resultados/discussão: Foi experienciado o uso do instrumento, destacando-se a visibilidade do instrumento, ajudando na otimização do tempo de atendimento devido a alta demanda de gestantes, na redução da falta de conhecimento da população quanto à prioridade de classificação, na melhora da capacidade dos profissionais em classificar, diminuindo assim, situações de estresse, agressões e procura inadequada do serviço de emergência. Além disso, houve consenso entre os profissionais quanto a necessidade do instrumento, enfatizando a importância do acolhimento humanizado e rastreamento das gestantes, sendo realizada uma avaliação de forma positiva e eficaz pelos enfermeiros(as) na prática clínica. Assim, a classificação de risco é crucial para a melhora dos desfechos na saúde materno-infantil, melhorando o fluxo de atendimentos e reduzindo significativamente o tempo de espera, priorizando os casos mais graves. Considerações finais: O produto do banner sendo um instrumento de classificação de risco facilitou o processo de classificação, melhorou a comunicação das prioridades de atendimento e promoveu uma prática clínica mais eficiente e humanizada. Recomenda-se a replicação do projeto em outras unidades de saúde contribuindo assim, para a redução da morbimortalidade materna e infantil com maior assertividade nos atendimentos nos serviços de saúde.