
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
MANEJO DA MÁSCARA LARÍNGEA POR ENFERMEIROS: REDUÇÃO DE COMPLICAÇÕES EM EMERGÊNCIAS RESPIRATÓRIAS
Relatoria:
Yzis Oliveira Pontes Pereira
Autores:
- Edna Hellen da Silva Queiroz
- Gisele Ferreira dos Santos
- Suellen de Lima Victor
- Gleydson Henrique de Oliveira Dantas
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: A máscara laríngea (ML), é um aparelho supraglótico, utilizado em pacientes acometidos por complicações das vias aéreas. Esse dispositivo está disponível em primeira e segunda geração, sendo este último o que permite as sondagens, selecionados com base no peso predito do paciente. As indicações para uso incluem situações de insuficiência respiratória aguda e rebaixamento do nível de consciência com incapacidade de proteger as vias aéreas. A resolução nº 641/2020 do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), autoriza enfermeiros a utilizarem dispositivos extra-glóticos em situações de risco iminente de óbito, tanto em ambientes intra-hospitalares quanto pré-hospitalares, conferindo autonomia e alternativa complementar ao enfermeiro na assistência ao paciente de alto risco. Objetivo: Identificar na literatura, evidências sobre a atuação do enfermeiro no manejo da máscara laríngea. Método: Trata-se de uma revisão de literatura, norteada pela busca nas bases de dados LILACS, SciELO e Google Acadêmico. Os descritores utilizados para filtrar os artigos foram: “Máscaras Laríngeas”; “Manuseio de Vias Aéreas”; “Enfermagem”. Incluíram-se na amostra, estudos publicados entre os anos 2020 e 2024 nos idiomas em inglês e português e que se relacionam com a temática deste estudo e excluídos àqueles que não cumpriram aos critérios de inclusão e que tangenciam o tema. Resultados: Foram identificados 410 artigos, e após a leitura e análise, restaram 7 para o estudo. A análise dos artigos evidencia que, o manejo da máscara laríngea de primeira e segunda geração, por enfermeiros capacitados, contribui para melhores desfechos clínicos em situações de emergência respiratória, possibilitando o enfermeiro maior autonomia no atendimento ao paciente, além de garantir uma via aérea avançada com rapidez, praticidade e segurança. Observou-se também que há uma necessidade de investir na educação continuada para manutenção e aprimoramento do conhecimento teórico-prático dos enfermeiros, que em sua grande maioria, apresenta déficit de capacitação adequada para realizar a técnica de inserção da ML. Considerações finais: Diante do exposto,o estudo contribui para reafirmar que o uso de ML por enfermeiros, é uma ferramenta essencial em situações de emergências, portanto, o conhecimento adequado sobre o manuseio, garante que a intervenção ocorra de forma segura e eficaz.