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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
SIMULAÇÃO REALÍSTICA EM UTI COMO RECURSO PEDAGÓGICO NA GRADUAÇÃO DE ENFERMAGEM: RELATO DE EXPERIÊNCIA
Relatoria:
Alícea Lorrany Félix Da Silva
Autores:
  • Ana Carla Silva Alexandre
  • Everton Cordeiro de Amorim
  • Isabely Santos Clemente
  • Gisele Faustino Nogueira
  • Estephanne Cristinna Avelino Lopes Correia
Modalidade:
Comunicação coordenada
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
Introdução: O ensino e aprendizagem na Terapia Intensiva representam um desafio para os educadores, que buscam uma abordagem crítico reflexiva na educação em enfermagem. A simulação realística surge como uma estratégia de alta fidelidade para capacitar os estudantes, desenvolver conhecimentos e habilidades, além de proporcionar uma experiência de aproximação com a realidade do ambiente profissional de forma ética e segura. Objetivo: Relatar a vivência de uma Liga Acadêmica de Enfermagem em Terapia Intensiva - LAETI com simulação realística como ferramenta de apoio a tríade ensino, pesquisa e extensão. Métodos: Trata-se de um estudo de relato de experiência relacionado à simulação realística de cuidados ao paciente crítico, realizado por membros da Liga Acadêmica de Enfermagem em Terapia Intensiva no primeiro semestre do ano letivo de 2024. 1 no Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia de Pernambuco, Campus Pesqueira. Resultados/Discussão: A prática foi realizada no laboratório da instituição e contou com a participação tanto dos alunos de períodos iniciais do curso de bacharelado em enfermagem da instituição, quanto com alunos de uma escola técnica. Foram abordadas as principais práticas de enfermagem em terapia intensiva, com uso de tecnologias duras presentes na assistência intensiva. Efetuou-se a desmistificação de preconceitos acerca da Unidade de Terapia Intensiva por meio da exposição e discussão dos critérios de admissão, mediante casos clínicos que promoveram o raciocínio clínico crítico. Foi simulada uma intercorrência na qual os participantes precisaram se portar como parte da equipe de RCP para vivenciarem a vigilância, atuação rápida e eficaz, e capacidade de tomada de decisões assertivas. A prática durou em média 20 minutos e, após a realização foi possível observar que a simulação realística oportuniza o contato com a prática clínica e desenvolve o senso de responsabilidade e confiabilidade, além de proporcionar entusiasmo e um panorama rico em empoderamento profissional para discentes que ainda não vivenciaram a prática clínica. Considerações finais: A prática relatada pela LAETI destaca a importância dessa estratégia no desenvolvimento de habilidades e no preparo para situações críticas na prática profissional. A simulação contribui para o aprimoramento do raciocínio clínico, desmistificação de preconceitos e formação de profissionais competentes e seguros na UTI.