
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
DOMÍNIO DA EQUIPE DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOBRE O PROCESSO DE VACINAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE CAXIAS-MA
Relatoria:
Ana Letícia Araújo Portela Morais
Autores:
- Vanessa Lorena da Silva Oliveira
- Eyshila Marilia Almeida Rocha
- Joseneide Teixeira Câmara
- Andréa Karla de Souza Gouveia
- Beatriz Mourão Pereira
Modalidade:
Comunicação coordenada
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: O processo de esclarecer e motivar as pessoas a se vacinar faz parte do trabalho dos profissionais da saúde, em sua rotina diária na Unidade Básica de Saúde (UBS) e nas campanhas de vacinação. Portanto, é preciso que essa equipe se mantenha atenta durante o contato com pais e as crianças. Objetivo: Avaliar o conhecimento da Equipe de Saúde da Família (ESF) sobre a temática vacinação infantil na atenção básica do município de Caxias-MA. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal, avaliativo de caráter quantitativo. A coleta de dados foi realizada de janeiro a junho de 2024, por meio de entrevistas com os profissionais que trabalham nas UBS do munícipio de Caxias-MA. Para avaliar os profissionais foi utilizado o levantamento e inquérito da avaliação foi empregado a Metodologia para a Avaliação de Oportunidades Perdidas de Vacinação da OMS (2018) representada pelo instrumento: Questionário Para os Profissionais de Saúde E-1. Este aborda quatro tópicos principais: informações gerais, conhecimentos sobre vacinação, atitudes, práticas de imunização e tomada de decisões, sendo o último tópico destinado apenas aos profissionais de saúde que administrem vacinas. Resultados: A pesquisa contou com 164 participantes. Percebeu-se a predominância de profissionais com formação recente em vacinação com 66 (41%) do total de questionários respondidos. Já em relação ao conhecimento sobre vacinação, notou-se que as vacinas administradas no nascimento da criança possuem uma maior porcentagem de respostas corretas em relação aquando deve ser feita a sua primeira dose, sendo elas: BCG 157 (97%) e Hepatite B 132 (82%). Além disso, notou-se que a atitude mais escolhida 10 (34%) pelos profissionais quando houver crianças com vacinas em atraso ou em falta no registro de vacinas foi ‘realizar visitas domiciliárias para administrar as doses em falta durante a visita’. Ademais, foi verificado que em todas as UBS avaliadas existia uma equipe de vacinação 164 (100%). E, no caso de não comparecimento de algum membro da equipe no setor, este é substituído por outro profissional capacitado. O técnico de enfermagem foi o profissional apontado para tal nas unidades 164 (100%). Considerações Finais: Conclui-se que há necessidade de atividades educativas sobre vacinação infantil para os profissionais de saúde que fazem parte ESF e que não são atuantes na vacinação, e com isso, o favorecimento de mudanças que permitam o bom desenvolvimento das atividades em sala de vacinas.