
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO EFETIVA COM O PACIENTE NA CLASSIFICAÇÃO DE RISCO OBSTÉTRICO: RELATO DE EXPERIÊNCIA
Relatoria:
Maria Eduarda Marinho Barros
Autores:
- Marcio Americo Correia Barbosa Filho
- Vanessa Toscano de Moraiss
- John Allef Santos Medeiross
- Jocellem Alves de Medeiros
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
Introdução: Acomunicação é um fator determinante no estabelecimento de vínculo entre os profissionais, pacientes e a instituição de saúde, sendo assim, a forma como ela é transmitida pode afetar diretamente na melhoria da assistência prestada, além de garantir maior segurança aos pacientes. Diante disso, essa abordagem deve ocorrer de forma exitosa a fim de reduzir a perda de informações e otimizar o alinhamento de ideias. Objetivos: Relatar a experiência de estudantes de Enfermagem ao realizar comunicação efetiva com gestantes e seus acompanhantes durante a passagem pela classificação de risco obstétrico. Métodos: Trata-se de um relato de experiência acerca de uma atividade de estágio realizada por acadêmicos de enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, realizado no setor de classificação de risco obstétrico de um hospital de referência no interior do estado, com a supervisão de docente. A experiência se inicia com o acolhimento da paciente, que se encontrava acompanhada por sua mãe, onde se realizou a escuta qualificada das queixas da usuária e sua cuidadora, bem como a realização da classificação de acordo com sua queixa principal e as devidas orientações para a paciente e sua acompanhante. Resultados: O relato de experiência destaca a importância da comunicação efetiva entre estudantes de Enfermagem, gestantes e acompanhantes durante a classificação de risco obstétrico. Através de uma abordagem comunicativa bem-sucedida, foi possível melhorar a assistência prestada e garantir maior segurança aos pacientes. Durante a atividade de estágio, foram realizadas anamneses abrangentes, incluindo perguntas sobre relatos obstétricos anteriores, sintomas atuais, alergias e comorbidades. As gestantes foram classificadas de acordo com um sistema de cores, proporcionando uma rápida identificação do risco obstétrico e permitindo uma intervenção precoce quando necessário. Essas práticas resultaram em uma redução na perda de informações e em um alinhamento de ideias otimizado, contribuindo para uma experiência de cuidado obstétrico mais eficaz e satisfatória. Conclusões: A vivência evidenciou a importância da comunicação efetiva na classificação de risco às gestantes nas maternidades, se mostrando como um dispositivo de cuidado. Por meio de palavras, gestos, toques, expressões faciais e corporais, promove a segurança e proteção do binômio mãe-bebê, pois favorece o resgate da dignidade, da autonomia e da participação da mulher neste acontecimento.