
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO MANEJO DA DOR EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
Relatoria:
Esther Máysa de Sousa Alves
Autores:
- Jéssica Stefany de Siqueira Oliveira
- Maria Jaquelyne Rodrigues dos Santos
- Maria Gabriela Izidio Rodrigues
- Tarcilândia Vieira Gomes Brito
- Antonia Jussara Olinda Oliveira
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: A dor é uma experiência sensitiva, subjetiva e pessoal, que pode ser exacerbada por condições médicas agudas e/ou crônicas, procedimentos invasivos frequentes e o próprio ambiente da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Por conseguinte, abordagens eficazes para o controle da dor não apenas promovem o conforto ao paciente, mas também podem influenciar positivamente os resultados clínicos e a recuperação. Objetivo: Identificar as principais demandas e desafios encontrados durante a realização dos cuidados de enfermagem no manejo da dor em pacientes internados nas unidades de terapia intensiva. Método: Este estudo é uma revisão narrativa da literatura, realizada em junho de 2024, nas bases de dados MEDLINE, BDENF, LILACS e IBECS, acessadas através da Biblioteca Virtual de Saúde (BVS) por meio da busca avançada. Para a pesquisa, utilizou-se os descritores em saúde: “Manejo da Dor”, “Cuidados de Enfermagem”, “Unidades de Terapia Intensiva” e “Pacientes”, nos idiomas português, inglês e espanhol, sendo os descritores cruzados com o auxílio dos operadores booleano “AND” e “OR”. Foi tomado como critérios de inclusão: textos completos, publicados nos últimos 5 anos, disponíveis gratuitamente na íntegra. Já os critérios de exclusão: publicações repetidas e fora da temática proposta. Inicialmente, obteve-se um total de 123 estudos e, após aplicação dos filtros restaram 30, em seguida, ao realizar uma leitura na íntegra, foram selecionados 07 artigos. Resultados: Diante dos estudos analisados, verificou-se a imprescindibilidade da ferramenta de avaliação da dor para o melhor direcionamento no que concerne ao cuidado e manejo eficaz da dor. Além disso, muitos enfermeiros demonstraram conhecimentos deficientes sobre as técnicas e instrumentos de avaliação, bem como déficits no tocante às medidas farmacológicas e não farmacológicas efetivas, levando ao tratamento inadequado. Considerações finais: Desse modo, conclui-se que para melhorar o conforto do paciente, é primordial que haja capacitações sobre os métodos de avaliação e reavaliação da dor, ter domínio das terapias utilizadas, bem como o manuseio da documentação da dor, proporcionando a segurança do paciente e da equipe multidisciplinar, assim fazendo com que seja escolhido o melhor tratamento para o alívio da dor.