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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
TELESSAÚDE NO TRATAMENTO DO CÂNCER DE MAMA: SUPORTE INTEGRAL E GESTÃO DO LINFEDEMA PÓS-CIRÚRGICO
Relatoria:
Maria Clara Souza Lima
Autores:
  • Izabel Cristina Falcão Juvenal Barbosa
  • Erika Gomes Freitas
  • Daniel Felipe Siqueira Silva Bandeira
  • Laisa Carine Ferreira Moura
  • Giovanna dos Santos Castro
Modalidade:
Comunicação coordenada
Área:
Eixo 3: Inovação, tecnologia e empreendedorismo nos processos de trabalho da Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
introdução: Câncer de mama, a neoplasia mais frequente em mulheres no mundo, registrou 2,3 milhões de casos novos em 2020, equivalendo a 24,5% dos tumores femininos. O linfedema, uma complicação frequente após a cirurgia de mama. A enfermagem desempenha um papel crucial na adaptação dos pacientes ao tratamento quimioterápico, proporcionando vigilância clínica, suporte emocional e cuidados paliativos. A pandemia de COVID-19 impulsionou a adoção da telessaúde, permitindo à enfermagem monitorar e oferecer suporte remoto aos pacientes. objetivo: Destacar a relevância da telessaúde no tratamento do câncer de mama e linfedema, enfatizando a necessidade de suporte profissional e autocuidado. método: A revisão da literatura foi focada em estudos não-experimentais. A busca foi realizada nas bases de dados Google Acadêmico e na Biblioteca Virtual em Saúde, utilizando os descritores: câncer de mama, enfermagem e telessaúde no portal de Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) combinados por meio do operador Booleano “AND”. Foram incluídos textos completos e disponíveis em inglês e português, no período de 2019 a 2024, excluindo monografias, dissertações e estudos não condizentes com os objetivos da pesquisa. Identificou-se 504 artigos científicos relevantes para a pesquisa. Onze artigos foram selecionados para a amostra final. Também foi incluída uma cartilha do Instituto Nacional de Câncer, externa às bases de dados. discussão: Nota-se que a telessaúde é crucial na transformação dos cuidados para pacientes com linfedema pós-cirúrgico de câncer de mama, destacando monitoramento remoto, vigilância personalizada e detecção precoce de sintomas. Estas ações não apenas facilitam intervenções rápidas e eficazes, mas também promove uma maior adesão ao tratamento por meio de ferramentas de autoavaliação acessíveis. As consultas virtuais reduzem custos e oferecem suporte emocional essencial para aceitação da imagem corporal pós-cirúrgica. A expansão da telessaúde promete melhorar ainda mais os resultados ao oferecer uma abordagem mais acessível, conveniente e eficaz para o manejo do linfedema. considerações finais: Conclui-se que a telemedicina pode revolucionar o tratamento do câncer de mama e do linfedema, oferecendo uma abordagem acessível e centrada no paciente. Ademais, são necessárias mais pesquisas científicas para otimizar sua implementação, pois tem demonstrado ser uma boa ferramenta para facilitar a assistência de enfermagem, incrementando a adesão ao tratamento.