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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
A UTILIZAÇÃO DO LASER DE BAIXA POTÊNCIA PELO ENFERMEIRO PARA A CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS
Relatoria:
Anna Tamilly Rocha Silva
Autores:
  • Thamires Regina Trevizan Magalhães
  • Luciana Yasmin Carvalho Brito
  • Natália da Silva Mota
  • Leyce Lene Cananéa Barros Roque
  • Claudia Regina Silva dos Santos Cunha
Modalidade:
Comunicação coordenada
Área:
Eixo 3: Inovação, tecnologia e empreendedorismo nos processos de trabalho da Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: O laser de baixa potência (LBP) é realizado por meio da administração de feixes de luz que compreendem uma potência de até 500 mW. O método é utilizado a fim de induzir a proliferação celular e amenizar a dor, uma vez que aumenta a produção de ATP, melhorando o metabolismo celular. Com o avanço tecnológico e o papel essencial da enfermagem no tratamento qualificado de feridas, o LBP se apresenta como método promissor no auxílio da cicatrização de lesões. Objetivo: Analisar a atuação do enfermeiro na utilização do LBP como ferramenta de cicatrização de feridas. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura, fundamentada em artigos publicados na plataforma BVS nos últimos cinco anos, em português e disponíveis na íntegra. Os descritores utilizados para a busca foram: “Terapia a Laser”, “Cicatrização” e “Enfermagem”. Dentre os sete trabalhos identificados, excluíram-se publicações que não versassem sobre o tema, não disponíveis na íntegra ou fora do recorte temporal. Resultados: Após a leitura, dois artigos foram selecionados. O Cofen, por meio da resolução n° 567/2018, regulamenta que o enfermeiro tem autonomia para avaliar, prescrever medicamentos e executar curativos em todos os tipos de feridas do paciente que está sob seus cuidados, além disso, pode utilizar novas tecnologias fototerapêuticas, como o LBP, mediante capacitação. Ademais, o uso do LBP deve ser definido em conjunto com o paciente, adaptando ao caso e às características clínicas individuais, bem como a dosagem, periodicidade, tempo de tratamento e registros fotográficos com a evolução do quadro. A literatura apontou resultados positivos no uso do LBP, que contribui para o alcance de qualidade de vida e conforto ao paciente. Ademais, devido à aceleração do processo cicatricial, a prática promove redução de custos hospitalares e do tempo de tratamento, inclusive de pacientes com lesões profundas. Considerações finais: Conclui-se que a aplicação do LBP é um método promissor na atuação do enfermeiro, já que reduz os custos hospitalares e diminui o tempo de cicatrização em comparação ao método tradicional do tratamento de feridas. Entretanto, observa-se que os estudos sobre a utilização do LBP no tratamento de feridas ainda são escassos. Dessa forma, é de suma importância que se realizem mais estudos sobre o uso do LBP pelos profissionais da enfermagem, pois essa prática se mostra uma excelente aliada ao cuidado de feridas e o enfermeiro tem papel fundamental nesse contexto.