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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
VIOLÊNCIA DE GÊNERO PERPETRADA CONTRA ADOLESCENTES TRANS PERIFÉRICOS
Relatoria:
Matheus dos Santos Carvalho
Autores:
  • Fernanda de Barros Patrício
  • Alessandra Guimarães Aquino
  • Kalina Vanderlei Paiva da Silva
  • Edeline Maria da Silva Barbosa
Modalidade:
Comunicação coordenada
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: os adolescentes trans periféricos enfrentam opressão social, institucional e experimentam sentimentos de discriminação, preconceito, negação quanto à identidade de gênero e violência. Em relação a violência de gênero é a mais frequente na população transgênera e pode ser conceituada como qualquer tipo de agressão física, psicológica, sexual ou simbólica contra alguém devido a sua identidade de gênero ou orientação sexual. Objetivos: Analisar por meio da literatura científica a violência de gênero perpetrada contra adolescentes trans periféricos. Métodos: Trata-se um ensaio acadêmico, fundamentado na base teórica dos pressupostos socioantropológicos, além da literatura científica atual pertinente à temática. Este trabalho foi gerado a partir das provocações ocorridas na disciplina obrigatória História social da adolescência, inerente a um Programa de Pós-graduação em Hebiatria de uma Universidade estadual localizada na capital de Pernambuco. Resultados: Para uma melhor apresentação dos resultados desse ensaio, foram elencadas duas categorias centrais: “A violência de gênero à luz da performatividade de gênero“ e “A violência de gênero perpetrada contra adolescentes trans periféricos”. Conclusão: Portanto, é notório que esses adolescentes transexuais na periferia enfrentam várias camadas de opressões, sendo alvo da violência por sua identidade de gênero quanto por sua condição socioeconômica e demográfica. Ressaltando que essa violência de gênero não se manifesta apenas fisicamente, mas pode se apresentar através de abusos psicológicos, sexual, verbal, na sociedade ou ambiente virtual, por familiares ou desconhecidos. Desse modo, a exteriorização da violência supracitada, pode desencadear a exclusão social que agrava mais a vulnerabilidade desses jovens, limitando seu acesso aos recursos básicos de vida.